Esses são os meus sobrinhos-netos, gente. Essa gangue não é fácil, são uns arruaceiros!
Tão com 25 dias e hoje, pela primeira vez, experimentaram aguinha.
Os dentes tão quase pra nascer e a gengiva tá coçando; agora, apesar de banguelos, eles mordem, rosnam e juram que são feras apesar de mal conseguirem ficar de pé.
Eu sempre fui apaixonada pela cachorrada em geral, mas olha, esses quatro... Sinto como se fossem meus filhos!
8.31.2009
8.25.2009
Eu não tenho um post
8.20.2009
Povo brasileiro!
Este post não é bem um post. Não tem texto bonito, nem historinha pra contar.
Vim apenas comunicar a qualquer um que se interesse que eu estou passando por mais um dos meus lapsos de falta de palavras - e peço mil perdões por isso - mas que tive uma idéia numa dessas madrugadas de insônia atrás: postar em vídeo. Sim!
Às vezes eu tenho coisas a dizer, mas o cérebro não processa a informação e os dedos não ajudam, como muitos de vocês já sabem. Nem a música ajuda. Nem o MSN. Nem o Orkut. Daí surgiu a idéia de postar em vídeo: o vídeo eu faço quando não estou na frente do computador.
Postando em vídeo eu não tenho que ficar me perguntando se o português tá legal e compreensível, ou se a porra da acentuação está correta (e na maioria das vezes não está mesmo, mas eu sinceramente não ligo muito). Também no vídeo eu posso colocar um pouco mais do humor ácido que meus dedos não sabem descrever, posso usar minhas gírias, meus sotaques misturados herdados dos lugares por onde eu passei, posso aplicar com a entonação correta as minhas palavras inventadas, usar meus palavrões de costume e, principalmente, dar um tostão da minha voz para vocês. Hahaha!
Bom, é isso.
Vim apenas comunicar a qualquer um que se interesse que eu estou passando por mais um dos meus lapsos de falta de palavras - e peço mil perdões por isso - mas que tive uma idéia numa dessas madrugadas de insônia atrás: postar em vídeo. Sim!
Às vezes eu tenho coisas a dizer, mas o cérebro não processa a informação e os dedos não ajudam, como muitos de vocês já sabem. Nem a música ajuda. Nem o MSN. Nem o Orkut. Daí surgiu a idéia de postar em vídeo: o vídeo eu faço quando não estou na frente do computador.
Postando em vídeo eu não tenho que ficar me perguntando se o português tá legal e compreensível, ou se a porra da acentuação está correta (e na maioria das vezes não está mesmo, mas eu sinceramente não ligo muito). Também no vídeo eu posso colocar um pouco mais do humor ácido que meus dedos não sabem descrever, posso usar minhas gírias, meus sotaques misturados herdados dos lugares por onde eu passei, posso aplicar com a entonação correta as minhas palavras inventadas, usar meus palavrões de costume e, principalmente, dar um tostão da minha voz para vocês. Hahaha!
Bom, é isso.
7.08.2009
O que fazer no avião quando o passageiro do lado é um chato?
1. Tirar o laptop da mala;
2. Abrir o laptop devagarinho e calmamente;
3. Ligar;
4. Assegurar-se de que o vizinho está olhando;
5. Ligar a Internet;
6. Fechar os olhos por breves momentos, abri-los de novo e dirigir o olhar para o céu;
7. Respirar profundamente e abrir este site: http://www.myit-media.de/the_end.html;
8. Observar a expressão facial do vizinho.
2. Abrir o laptop devagarinho e calmamente;
3. Ligar;
4. Assegurar-se de que o vizinho está olhando;
5. Ligar a Internet;
6. Fechar os olhos por breves momentos, abri-los de novo e dirigir o olhar para o céu;
7. Respirar profundamente e abrir este site: http://www.myit-media.de/the_end.html;
8. Observar a expressão facial do vizinho.
6.02.2009
12HDSPN
Aí então você deve estar se perguntando que diabos é o título desta postagem.
Não é um elemento químico, nem uma nova epidemia. Mas, assim como química, não é tão fácil de se entender; e assim como uma epidemia, não é fácil de se conter.
É algo que, a princípio, pode parecer bem simples, mas que atrapalha bastante - é quase um vício - e requer um (des)preparo bem grande.
São 12 horas de sono por noite [noite nada, é metade da noite e metade do dia]. Sim, 12 horas.
Pros mais cansados, aqueles que têm um dia a dia mais agitado, trabalham muito etc, 12 horas de sono soam como harpas celestiais. Pode até ser, mas experimenta passar meses assim...
Eu adoro dormir, confesso. O problema é que eu comecei a acordar extremamente cansada e sem fôlego, com os ombros tensos, a lombar a ponto de explodir, as olheiras penduradas de forma que, mais dia, menos dia, eu arranco elas, coloco num arame com dentes de animais mortos e faço um par de brincos no melhor estilo tribal africano.
Pode também parecer vadiagem minha, mas não é. Tudo bem que meu dia não é muito cansativo, mas também não é ocioso.
Estou viciada em dormir. E acordo laricada.
Meu sono é leve, então eu desenvolvi uma capacidade de tampar meus olhos e ouvidos e sair completamente do mundo enquanto durmo. Nem a luz das janelas do quarto, nem o barulho da rua e do corredor e nem a movimentação das minhas irmãs e mãe pelo quarto me tiram de dentro do meu sono. Eu quase posso chamá-lo de coma.
Acordar é sempre igual: abre os olhos e pensa "Merda! Mais um dia idiota nesse mundo idiota com essa vida idiota, sem dinheiro, sem liberdade, sem sossego, sem pessoas boas, sem uma família normal. Pra que eu acordei?"
E perguntem se eu consigo dormir 8 horas por noite. Eu acordo tão mal que parece que cheguei da balada e dormi 10 minutos pra trabalhar numa construção no dia seguinte.
Oito hoje, pra quem sofria de insônia há uns anos atrás, é um número miserável pra horas de sono.
E sim, eu também sei que tô acabando com a minha saúde.
Não é um elemento químico, nem uma nova epidemia. Mas, assim como química, não é tão fácil de se entender; e assim como uma epidemia, não é fácil de se conter.
É algo que, a princípio, pode parecer bem simples, mas que atrapalha bastante - é quase um vício - e requer um (des)preparo bem grande.
São 12 horas de sono por noite [noite nada, é metade da noite e metade do dia]. Sim, 12 horas.
Pros mais cansados, aqueles que têm um dia a dia mais agitado, trabalham muito etc, 12 horas de sono soam como harpas celestiais. Pode até ser, mas experimenta passar meses assim...
Eu adoro dormir, confesso. O problema é que eu comecei a acordar extremamente cansada e sem fôlego, com os ombros tensos, a lombar a ponto de explodir, as olheiras penduradas de forma que, mais dia, menos dia, eu arranco elas, coloco num arame com dentes de animais mortos e faço um par de brincos no melhor estilo tribal africano.
Pode também parecer vadiagem minha, mas não é. Tudo bem que meu dia não é muito cansativo, mas também não é ocioso.
Estou viciada em dormir. E acordo laricada.
Meu sono é leve, então eu desenvolvi uma capacidade de tampar meus olhos e ouvidos e sair completamente do mundo enquanto durmo. Nem a luz das janelas do quarto, nem o barulho da rua e do corredor e nem a movimentação das minhas irmãs e mãe pelo quarto me tiram de dentro do meu sono. Eu quase posso chamá-lo de coma.
Acordar é sempre igual: abre os olhos e pensa "Merda! Mais um dia idiota nesse mundo idiota com essa vida idiota, sem dinheiro, sem liberdade, sem sossego, sem pessoas boas, sem uma família normal. Pra que eu acordei?"
E perguntem se eu consigo dormir 8 horas por noite. Eu acordo tão mal que parece que cheguei da balada e dormi 10 minutos pra trabalhar numa construção no dia seguinte.
Oito hoje, pra quem sofria de insônia há uns anos atrás, é um número miserável pra horas de sono.
E sim, eu também sei que tô acabando com a minha saúde.
5.30.2009
Jabá do Bona
Zentsi, vim apresentar pra vocês meu futuro marido: Joe Bonamassa. Hahahaha!
Infelizmente é brincadeira.
Tirei uma música de um show um pouquinho antigo pra mostrar pra vocês. A qualidade da imagem não tá lá aquelas coisas, mas foi o que eu consegui.
O show é o New Day Yesterday Live (2001) e a música é Cradle Rock.
Enfim, por favor, não gostem dele. Nem sequer achem o som legal, porque eu sou muito ciumenta [com ele então, nem se fala]. Brincadeirinha de novo!
Podem gostar, mas não virem fãs.
[Tô boba hoje. Calma, não me levem a sério.]
O fato é: mesmo no hoje, entiozando e encarecando, ele me faz bambear das pernas. E dá licença que eu acho ele extremamente sexy. [Eu vou! Com força.]
Infelizmente é brincadeira.
Tirei uma música de um show um pouquinho antigo pra mostrar pra vocês. A qualidade da imagem não tá lá aquelas coisas, mas foi o que eu consegui.
O show é o New Day Yesterday Live (2001) e a música é Cradle Rock.
Enfim, por favor, não gostem dele. Nem sequer achem o som legal, porque eu sou muito ciumenta [com ele então, nem se fala]. Brincadeirinha de novo!
Podem gostar, mas não virem fãs.
[Tô boba hoje. Calma, não me levem a sério.]
O fato é: mesmo no hoje, entiozando e encarecando, ele me faz bambear das pernas. E dá licença que eu acho ele extremamente sexy. [Eu vou! Com força.]
5.28.2009
½ voltei
Oi povo! Ainda encontro-me sem um pingo de inspiração pra escrever aqui. Palavras eu até tenho, mas elas não se relacionam bem e não querem se casar pra formar um lindo post.
Enfim, pra não deixar vocês na mão, vim fazer um jabá de um livro legal que eu li (o que é um verdadeiro milagre, porque eu não gosto de ler e, sinceramente, não tô nem aí pra isso).
O livro é bem bacaninha, embora tenha algumas coisas que precisam ser lidas duas ou três vezes pra entender direito (ao menos eu, lerdinha que sou, tive que ler duas ou três vezes), já que, algumas vezes, usa uma linguagem um pouco técnica, além de muitos nomes em russo, siglas e palavras estranhas. Apesar disso a história prende a gente com força. Hahahaha!
A história narra a saga de Jack Howe, um renomado arqueólogo marinho que, durante um mergulho no Mediterrâneo, enquanto procurava por um naufrágio do tempo de Homero, descobre que encontrou o que "poderia ser a chave para a localização da cidade perdida". Mas outros também ficaram sabendo da localização da Atlântida e agora Jack e sua equipe são envolvidos em um jogo de vida ou morte.
O livro foi traduzido para 25 línguas e mistura ficção com dados históricos reais.
5.12.2009
Eu preciso atualizar esta po**a!
Tenho histórias pra contar.
Mas faltam as palavras e aquela tal de inspiração, sacomé?
Aí hoje eu decidi colocar no papel tudo aquilo que se passa na minha cabecinha de melão, não importa a hora, não importa o lugar e também não importa muito o assunto. Sempre que alguma coisa bater e eu filosofar sobre ela, eu vou anotar.
Depoistecontobeijomeliga!
Mas faltam as palavras e aquela tal de inspiração, sacomé?
Aí hoje eu decidi colocar no papel tudo aquilo que se passa na minha cabecinha de melão, não importa a hora, não importa o lugar e também não importa muito o assunto. Sempre que alguma coisa bater e eu filosofar sobre ela, eu vou anotar.
Depoistecontobeijomeliga!
4.14.2009
Alô, estrelas?
Antes de mais nada eu gostaria de pedir mil perdões ao meu adorado blog por tê-lo esquecido, abandonado, deixado ao vento e às moscas e teias de aranha.
Blog, me perdoe.
Pronto, agora let's go ao post.
Trago a vocês uma explicação. Não, um depoimento. Ahm... Não. Dou à luz hoje o modo como eu me sinto apenas.
Não sei porque cargas d'água, depois de muita luta pra sair da cama às 11 e meia da manhã de uma noite cheia, lotada, entupida de sonhos estranhos [alguns que eu nem gostaria de ter sonhado] eu me senti bem. Só bem.
Uma situação onde eu não enxergava absolutamente porra nenhuma do meu futuro, de repente mudou. Não que agora eu esteja enxergando muita coisa... Mas de uns tempos pra cá eu percebi um fio de esperança, uma luz no fim do maldito túnel.
Atribuo isso à música, ela é tudo que tem feito contato comigo nesses tempos. Digamos que a música me curou. Hahahaha!
Se você me perguntar agora como andam as coisas eu direi que tenho planos se encaminhando. E muito bem, por sinal.
Blog, me perdoe.
Pronto, agora let's go ao post.
Trago a vocês uma explicação. Não, um depoimento. Ahm... Não. Dou à luz hoje o modo como eu me sinto apenas.
Não sei porque cargas d'água, depois de muita luta pra sair da cama às 11 e meia da manhã de uma noite cheia, lotada, entupida de sonhos estranhos [alguns que eu nem gostaria de ter sonhado] eu me senti bem. Só bem.
Uma situação onde eu não enxergava absolutamente porra nenhuma do meu futuro, de repente mudou. Não que agora eu esteja enxergando muita coisa... Mas de uns tempos pra cá eu percebi um fio de esperança, uma luz no fim do maldito túnel.
Atribuo isso à música, ela é tudo que tem feito contato comigo nesses tempos. Digamos que a música me curou. Hahahaha!
Se você me perguntar agora como andam as coisas eu direi que tenho planos se encaminhando. E muito bem, por sinal.
3.09.2009
Não quero título hoje, obrigada!
Ela quer ter um fusca.Usa roupas antigas da mãe, ama o auge do Rock'n Roll e decoração retrô faz a sua cabeça.
Ela gosta de como essas velharias lhe fazem viajar no tempo. Gosta de brincar que está no tempo do "paz e amor".
Sente saudades anônimas que provocam um vazio deprimente no peito quando ouve histórias sobre o Brooklin da década de 70 com garotos descendo ladeiras em carrinhos de rolimã; ou ainda quando seu pai lhe conta que sentava na calçada com o violão e passava a noite tocando Led Zeppelin pra sua mãe.
Tem certeza de que nasceu na época errada. Seu corpo está no hoje, mas sua mente e seu coração vivem uns 40 anos atrás.
Lambeijocas e cuidem-se!
3.06.2009
Bebum de fim de festa

Sabe aquele cara que tá em todas as baladinhas baratas por aí e que sempre dá trabalho?
Ele já não se aguenta em pé, mas insiste em ser o último a ir embora. Cai no meio da pista, vomita no banheiro todo, arranja briga... Mas aconteça o que acontecer, jamais deixa que seu copo vire desperdiçando nem sequer uma gota se seu "líquido sagrado" (seja ele qual for).
Ele não faz idéia de onde está, com quem está e, no dia seguinte, ao acordar com aquela puta ressaca, percebe que não faz idéia de como chegou em casa, nem há quanto tempo está dormindo.
Só depois de uns dois dias tentando fazer seu corpo superar a cagada do fim de semana ele percebe que perdeu chaves, documentos, dinheiro e amigos.
[Este texto não deve ser interpretado em seu sentido literal. Ele é praticamente um auto-retrato - eu gosto e uso tremas e hífens e não tô nem aí pra reforma ortográfica chatona. Este post não foi concluído.]
2.07.2009
Senta, deita, rola...
... Mas fingir de morto, nem a pau!

Se tem uma coisa que m'enerva é ter que ficar quieta em determinadas situações - tá bom, confesso, em qualquer situação.
Eu não tenho o dom do silêncio, nem da paciência, nem da indiferença. O que eu tenho mesmo é a impulsividade, a explosão, a língua comprida, a voz irritante e alta, a indignação, a mania de perseguição e a certeza de que eu sou a maior vítima desse meu comportamento.
Minha mãe me joga na cara até hoje as minhas respostas cabeludas em público toda vez que alguém me contrariava. Mas minha mãe não é um bom exemplo pra eu colocar aqui, afinal, ela joga qualquer coisa na minha cara, inclusive quando eu espirro ela não me fala "saúde" (já faz uns 11 anos), só porque uma vez eu contei pra ela que a professora tinha dito que isso era falta de educação.
O que me contaram é que eu fui uma criança bem chatinha, do tipo que não há punição que conserte (nem a Super Nanny Bicho Papão me venceria). Fui daquelas crianças que começam e espernear e gritar no meio do restaurante, do shopping, igreja, festinha, no meio da rua e que, quando tomam um beliscão, puxão de orelha ou tapa na bunda gritam e esperneiam mais ainda, dessa vez com mais palavrões.
Hoje em dia eu tenho vontade de afogar essas crianças. Deve ser remorso...
Se bem que eu ainda sou assim, tirando a parte de espernear em público e apanhar. Eu ainda faço (muito) drama, xingo meio mundo, grito, me jogo no chão etc.
Eu sempre perco o controle e machuco aqueles que eu amo. E os que não amo também.
Eu sou reativa. Não me vejo de outra maneira, não me vejo ponderando as coisas. Essa é uma imagem que eu não tenho, infelizmente.
E o pior disso tudo é que, mesmo sabendo que eu não mereço, eu sempre consigo tudo vencendo pelo cansaço, pela gritaria, pelo comportamento mimado e manipulador.
É, manipular as pessoas é o que eu faço melhor. Mas por favor, leitor, não me julgue mal. Apesar das minhas perturbações e meus lapsos de falta de respeito e consideração eu faço tudo pelas pessoas que me cercam, quero o melhor pra eles e não deixo - nem por um segundo - que eles se esqueçam que eu os amo.
Bom, chega de ladainha por hoje. Vou deixar minha máscara cair em doses homeopáticas pra não assustar, ok?
Brincadeirinha!!!

Se tem uma coisa que m'enerva é ter que ficar quieta em determinadas situações - tá bom, confesso, em qualquer situação.
Eu não tenho o dom do silêncio, nem da paciência, nem da indiferença. O que eu tenho mesmo é a impulsividade, a explosão, a língua comprida, a voz irritante e alta, a indignação, a mania de perseguição e a certeza de que eu sou a maior vítima desse meu comportamento.
Minha mãe me joga na cara até hoje as minhas respostas cabeludas em público toda vez que alguém me contrariava. Mas minha mãe não é um bom exemplo pra eu colocar aqui, afinal, ela joga qualquer coisa na minha cara, inclusive quando eu espirro ela não me fala "saúde" (já faz uns 11 anos), só porque uma vez eu contei pra ela que a professora tinha dito que isso era falta de educação.
O que me contaram é que eu fui uma criança bem chatinha, do tipo que não há punição que conserte (nem a Super Nanny Bicho Papão me venceria). Fui daquelas crianças que começam e espernear e gritar no meio do restaurante, do shopping, igreja, festinha, no meio da rua e que, quando tomam um beliscão, puxão de orelha ou tapa na bunda gritam e esperneiam mais ainda, dessa vez com mais palavrões.
Hoje em dia eu tenho vontade de afogar essas crianças. Deve ser remorso...
Se bem que eu ainda sou assim, tirando a parte de espernear em público e apanhar. Eu ainda faço (muito) drama, xingo meio mundo, grito, me jogo no chão etc.
Eu sempre perco o controle e machuco aqueles que eu amo. E os que não amo também.
Eu sou reativa. Não me vejo de outra maneira, não me vejo ponderando as coisas. Essa é uma imagem que eu não tenho, infelizmente.
E o pior disso tudo é que, mesmo sabendo que eu não mereço, eu sempre consigo tudo vencendo pelo cansaço, pela gritaria, pelo comportamento mimado e manipulador.
É, manipular as pessoas é o que eu faço melhor. Mas por favor, leitor, não me julgue mal. Apesar das minhas perturbações e meus lapsos de falta de respeito e consideração eu faço tudo pelas pessoas que me cercam, quero o melhor pra eles e não deixo - nem por um segundo - que eles se esqueçam que eu os amo.
Bom, chega de ladainha por hoje. Vou deixar minha máscara cair em doses homeopáticas pra não assustar, ok?
Brincadeirinha!!!
1.29.2009
Um cochilo pra recarregar
People, estou postando aqui um vídeo que eu gravei ano passado.
Essa aí é a Kili, uma buldogue francesa que a gente comprou mas infelizmente ela ficou com a gente por menos de um mês - porque não tava se dando muito bem com as outras nenenzinhas da casa. O primeiro dia dela aqui em casa foi bem cansativo, tanto que ao anoitecer ela deitou no sofá e...
Essa aí é a Kili, uma buldogue francesa que a gente comprou mas infelizmente ela ficou com a gente por menos de um mês - porque não tava se dando muito bem com as outras nenenzinhas da casa. O primeiro dia dela aqui em casa foi bem cansativo, tanto que ao anoitecer ela deitou no sofá e...
1.26.2009
Os poderosos chefões
É, segundo o que disse Dalai Lama, nós não podemos fazer nada sobre o ontém e nem sobre o amanhã. Mas eu não concordo totalmente com ele. Não.
Sobre o ontém, tudo bem, sabemos que não há nada que possa ser feito pra mudar o que já aconteceu, apesar de que o passado já foi futuro um dia e nós pudemos escolher o que fazer com ele.
Sim, somos nós que escolhemos o nosso caminho e eu acredito que nós controlamos nosso fim. Para aqueles que acreditam nessas coisas de destino, pode até ser que o final da história já esteja escrito quando nós nascemos, mas há inúmeros caminhos que podem nos conduzir até a linha de chegada [e outros que não], e nesses caminhos há sempre "ene" paradas, sejam eles feitos de pedras, de água, fogo, espinhos, pétalas de rosa ou algodão doce.
Eu não ousaria dizer que o futuro a Deus pertence. Primeiro porque eu acho "destino" muito abstrato e não combina com a cor dos meus olhos, e eu sou completamente contra a interferência de qualquer tipo de crença na minha vida. Segundo porque eu sei que o ser humano é lutador e não é de sua natureza se jogar no rio da vida e deixar a correnteza levar [exceto alguns molengas e desapegados]. E terceiro porque o futuro não pertence a ninguém além de nós mesmos e não podemos - nem devemos - deixar que nada interfira nas nossas vontades. Foi dessas vontades que surgiram decisões que, no passado foram importantes por nos transformar no que somos hoje e, no presente, são importantes por nos transformar no que seremos amanhã.
Não importa o caminho que eu escolha, eu sou e sempre serei a única dona do meu destino. E posso mudar ele todos os dias.
Sobre o ontém, tudo bem, sabemos que não há nada que possa ser feito pra mudar o que já aconteceu, apesar de que o passado já foi futuro um dia e nós pudemos escolher o que fazer com ele.
Sim, somos nós que escolhemos o nosso caminho e eu acredito que nós controlamos nosso fim. Para aqueles que acreditam nessas coisas de destino, pode até ser que o final da história já esteja escrito quando nós nascemos, mas há inúmeros caminhos que podem nos conduzir até a linha de chegada [e outros que não], e nesses caminhos há sempre "ene" paradas, sejam eles feitos de pedras, de água, fogo, espinhos, pétalas de rosa ou algodão doce.
Eu não ousaria dizer que o futuro a Deus pertence. Primeiro porque eu acho "destino" muito abstrato e não combina com a cor dos meus olhos, e eu sou completamente contra a interferência de qualquer tipo de crença na minha vida. Segundo porque eu sei que o ser humano é lutador e não é de sua natureza se jogar no rio da vida e deixar a correnteza levar [exceto alguns molengas e desapegados]. E terceiro porque o futuro não pertence a ninguém além de nós mesmos e não podemos - nem devemos - deixar que nada interfira nas nossas vontades. Foi dessas vontades que surgiram decisões que, no passado foram importantes por nos transformar no que somos hoje e, no presente, são importantes por nos transformar no que seremos amanhã.
Não importa o caminho que eu escolha, eu sou e sempre serei a única dona do meu destino. E posso mudar ele todos os dias.
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